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Trilha passa por área selvagem do Oceano Pacífico, em Chiloé, no Chile

Logotipo do(a) Viagem em Pauta Viagem em Pauta 21/09/2018 Eduardo Vessoni

© Fornecido por Viagem em Pauta

Isolado no sul do Chile e bem na porta da Patagônia, o arquipélago de Chiloé é a versão mais desconhecida desse país andino.

A menos de 200 km do aeroporto de Porto Montt, na Região dos Lagos, esse arquipélago com cerca de 35 ilhas é o Chile que a gente custa a acreditar que existe.

Uma das experiências mais impactantes por ali é a caminhada pelo setor oeste da ilha, às margens de um Oceano Pacífico selvagem que não convida para banhos, por conta do mar agitado e das águas de temperaturas baixas.

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É um Chiloé que também tem outra cara, que é o lado selvagem do Pacífico com essa costa que arrebenta nos penhascos do setor oeste.” - André Bavarí-hotel Tierra Chiloé

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A trilha de nove quilômetros pela Costa do Pacífico acontece na cidade de Ancud e vai da baía de Duhatao até Chepu, um dos endereços mais selvagens da Ilha Grande de Chiloé, no noroeste do arquipélago.

A caminhada faz parte do projeto Senderos de Chile, que visa conectar o Chile por trilhas cênicas, de norte a sul.

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O trecho Duhatao-Chepu começa em área litorânea com amostras da erosão do Pacífico, onde rochas emergem do mar, e continua por um setor de mata fechada, em que o visitante caminha por florestas intocadas.

A variação de altitude, um sobe e desce constante sobre diversas colinas, é recompensada por mirantes naturais que se abrem, ao longo da trilha até o nível do mar.

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Os últimos quilômetros são sobre as areias da praia do rio Chepu, marcada por formações rochosas que se debruçam sobre aquelas águas frias e impenetráveis.

Dali, é possível cruzar o rio Chepu a bordo de pequenas embarcações que levam até o Bosque Hundido (‘Bosque Alagado’, em português), uma antiga área de bosques que ficou encoberta pelo temido terremoto de 1960.

Considerado o mais potente do mundo e epicentro na cidade de Valdivia, esse fenômeno alcançou uma magnitude de 9,5 e foi seguido por um tsunami, tragando casas locais e alterando o percurso dos rios de Chiloé.

É daí que surge esse bosque alagado que pode se visitado em passeios de barco pelos braços interiores do rio Chepu que, após o cataclismo de 1960, tornou-se um dos mais extensos de Chiloé.

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PREPARE-SE

⇒ Embora sejam apenas nove quilômetros, a trilha tem alto grau de dificuldade, sobretudo por conta dos constantes cruzamentos de colinas e áreas de mata fechada com trechos escorregadios;

⇒ Não há nenhuma sinalização na trilha. Por isso, é fundamental a contratação de um guia que conheça a região, cujos serviços podem ser contratados em hotéis ou agências de cidades maiores como Ancud e Castro, capital de Chiloé;

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⇒ O último trecho acontece na praia do rio Chepu, cujo acesso é por uma ladeira íngreme que exige bastões de apoio. Os guias costumam chamar o local de “tobogã de barro”, por conta do terreno mais úmido;

⇒ Evite a trilha na temporada de precipitações (de maio a setembro), quando as chuvas fortes podem durar semanas e formar áreas com excesso de barro;

⇒ Os dias são mais quentes e os ventos mais suaves, entre dezembro e março. Já o mês mais seco é fevereiro.

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ONDE FICAR

Com unidades no Deserto do Atacama e na Patagônia chilena, o Tierra Hotels foi a nossa hospedagem em Chiloé.

De arquitetura imponente com traços inspirados nas famosas palafitas da ilha, o Tierra Chiloé se camufla entre bosques da  Baía de Rilán, em uma área de 23 hectares, em San José, a 15 km de Castro.

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Atualmente, o hotel conta com 24 quartos com janelas panorâmicas com vista para o pantanal de Pullao e é conhecido pelas hospedagens com sistema tudo incluído, desde os lanches com vinhos nas trilhas de dia inteiro, todas as refeições e até menu de excursões.

Sob o conceito de “Spa Aventura”, o hotel oferece aos hóspedes atividades como trilhas, cavalgadas e passeios de bicicleta ou caiaque.
* O Viagem em Pauta viajou a convite do Tierra Chiloé

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